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Brasil tem 3 supercomputadores entre os mais poderosos do mundo

Santos Dumont, Fênix e Ogbon

O Santos Dumont é o maior supercomputador brasileiro. Na lista dos top 500, ele se encontra na posição 193. O SD está instalado em Petrópolis (RJ), e tinha a capacidade de processamento total de 1,1 petaflops quando entrou em operação, em 2015.

Agora, ele recebeu uma atualização, recebendo mais quatro petaflops, e passando a processar 5,1 quatrilhões de operações por segundo. Pertencente ao Laboratório Nacional de Computação Científica, ele é mantido, em parte, pelo Consórcio Libra, liderado pela Petrobras. O SD está envolvido em cerca de 150 projetos de pesquisas, incluindo petróleo e gás, os vírus da ZIKA e dengue e no desenvolvimento de drogas para conter o HIV.

O Fênix é nosso segundo supercomputador. No top 500 mundial, ele fica na 195ª posição. Ele é utilizado pela Petrobras para desenvolvimento, aplicação de algoritmos e processamento de dados geofísicos. A máquina está localizada em umas das instalações da companhia, em Vargem Grande (RJ), e é responsável por diminuir em até quatro vezes o tempo de processamento de dados geofísicos, como a identificação de áreas com acúmulo de petróleo.

O Ogbon, nosso terceiro supercomputador, está na posição 347 do top 500 mundial. Financiado pela Petrobras, ele está instalado no Centro de Supercomputação do Senai Cimatec, em Salvador (BA). A máquina é utilizada na pesquisa aplicada de geologia, geofísica, engenharia de reservatórios e outros setores ligados à exploração de óleo e gás.

Os três supercomputadores brasileiros foram produzidos pela Atos, líder mundial em transformação digital.

Fonte: Gshow

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